Mudanças climáticas: 2ª parte sobre a Conferência Nacional pelo Clima e Climate Talks

Olá amigos, estou há um tempo sem aparecer por aqui, eu sei. E também sei que estou devendo compartilhar mais as informações sobre a Conferência Nacional pelo Clima que aconteceu em Recife/PE, entre 6 e 8 de novembro. Mas, as “mutações sustentáveis” não param de acontecer e tive o programa do Water Inovation Labs logo em seguida da Conferência, o qual escreverei sobre  na próxima postagem. Por outro lado, foi bom, pois participei no dia 20 de novembro do Climate Talks, que fez parte do programa 24h de diálogos sobre as Mudanças Climáticas proposta pela organização Climate Reality Project, e contribuiu com mais informações sobre o tema. Além da COP 25, começar no próximo dia 02, assim a postagem serve para entrar no clima do assunto.

Os temas que assisti na Conferência Nacional pelo Clima estavam muito relacionados a parte econômica e talvez mais complexa dessa crise que estamos enfrentando. As mudanças climáticas tem causado disrupções significativas no sistema de uma forma tão profunda e acelerada, que aqueles que detém do controle mundial nunca estiveram tão incertos e inseguros, porque elas tem trazido riscos, mas ao mesmo tempo muitas oportunidades.

Vamos falar primeiramente das oportunidades, que é o financiamento de baixo carbono. Já existe um mercado de carbono e alguns mecanismos como a precificação de carbono e o MDL (mecanismo de desenvolvimento limpo), implantado no Protocolo de Kyoto, o qual o Brasil tem bons exemplos de projetos e saiu na frente de outros países. Inclusive, uma das discussões durante a COP 25 é do artigo 6, principal item do livro de regras do Acordo de Paris que ficou sem conclusão, que refere-se sobre o mercado de carbono. Se concluído este ano, poderá movimentar a economia no Brasil positivamente, pois o Brasil é o país que possui maiores índices de uso de energia renováveis e possui a maior área em extensão de florestas no mundo, a Amazônia. É só saber fazer a gestão (o que está difícil com o atual ministro do Meio Ambiente).

Bancos e seguradoras tem cobrado de uma forma massificante ações mais concretas e eficientes da ONU e do Pacto Global para a redução das emissões de carbono, pois as mudanças climáticas é o maior risco para a economia global. Afinal, já somam 683 bilhões de dólares de prejuízos econômicos causados por eventos meteorológicos no mundo nos últimos 2 anos, segundo a Climate Reality Project.

E é por este motivo, de alto risco financeiro, que bancos e financiadoras em todo o mundo tem avaliado com mais critério os investimentos de empresas poluidoras. Ademais, novos fundos de financiamentos para soluções “verdes” têm surgido, como a Green Climante Fund, Global Environmental Facilities e Bonus Verde da CAF.

Outra novidade que a crise climática trouxe para a nossa realidade e necessidade de planejamento é o Plano de Adaptação às Mudanças Climáticas, onde participei de um workshop realizado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). O ODS 13 – Combater a mudança climática e seus impactos, da agenda 2030 da ONU, já traz em uma das metas: Reforçar a resiliência e a capacidade de adaptação a riscos relacionados ao clima e às catástrofes naturais em todos os países.

O Brasil instituiu seu PNA (Plano Nacional de Adaptação) em 10 de maio de 2016 por meio da Portaria 150  e, desde então, foi emitido apenas um Relatório de Monitoramento e Avaliação do PNA em 2017. Bom, pelo menos é o que está disponível no site do MMA.

Ao participar deste workshop de Plano de Adaptação, fiquei me perguntando, de que forma isso tem sido levado até aos municípios e empresas. Eu, particularmente, desconhecia o PNA. A corporação que eu estava atuando também não sabia. Após este workshop, eu perguntei para duas pessoas do setor público, como estava o Plano de Adaptação do setor, e elas, simplesmente afirmaram que ainda não existe.

Gente, isto é sério. Várias cidades no mundo já declararam emergência climática. Aqui no Brasil, Recife foi a primeira e não é por menos. As previsões de chuvas intensas, alagamentos e maré alta são enormes, e já são reais hoje.

É por estes e outros motivos que, o diálogo e o conhecimento são as ações mais necessárias para o entendimento de todos sobre o que estamos passando e o que é preciso fazer para frear as emissões e mitigar os impactos.

Ter um plano de adaptação climática é hoje uma questão de sobrevivência das empresas, ligado à sua resiliência, porque se sofrer impacto e estiver preparado, conseguirá retornar ao seu estado de equilíbrio, assegurando a competitividade e sustentabilidade. Mas, para isso também é preciso investimento e inovação. Logo, encaro tudo isso, como mais oportunidades.

Oportunidades não só de movimentar a economia, surgir novos empreendimentos e serviços, mas principalmente como uma oportunidade de DESENVOLVIMENTO HUMANO. Com tantas mudanças, não tem como escapar das mudanças internas dentro de cada um de nós, dentro das corporações, do governo, do SISTEMA.

A mudança do clima é a questão que define nosso tempo e estamos em um momento decisivo. Nós enfrentamos uma ameça existencial direta. 

A MUDANÇA CLIMÁTICA ESTÁ SE MOVENDO MAIS RÁPIDO DO QUE NÓS.

O secretário-geral das Nações Unidas António Guterres

É impossível acompanhar tanta informação no dia de hoje. Mas se até o clima do planeta Terra que tem 4,5 bilhões de anos está mudando, porque nós humanos, uma das espécies existentes, também não podemos mudar?

É inevitável.

Um beijo.

 

 

 

 

 

 

 

Conferência Brasileira pela Mudança do Clima em Recife/PE: 1º resumo dos painéis que participei.

Aconteceu nos dias 6, 7 e 8 de novembro a Conferência Brasileira pela Mudança do Clima em Recife, um encontro  que reuniu organizações não governamentais, movimentos sociais, governos, comunidade científica e o setor privado e público brasileiro para três dias de diálogo e formulação de propostas para a implementação da NDC brasileiraO encontro foi de organização coletiva e tem como base a NDC Brasileira, o Acordo de Paris e a agenda 2030.

Foi uma programação bem intensa, infelizmente não dá para assistir a tudo, mas vou compartilhar em duas ou três posts o que foi novidade para mim e algumas das minhas percepções.

O Acordo de Escazú como impulsionador para o acesso à informação, participação e acesso à justiça em questões climáticas e ambientais no Brasil – Não tinha ouvido falar ainda, é um Acordo Regional da América Latina e Caribe. Praticamente é a Lei de Acesso à Informação sobre questões ambientais MAIS a participação da sociedade. A intenção desse acordo teve como motivação o 10º Princípio da agenda da Conferência do Rio-92 que diz respeito à participação de todos os interessados nas questões ambientais, à garantia de acesso às informações sobre o meio ambiente e ao acesso a mecanismos judiciais e administrativos destinados à compensação e reparação de danos ambientais. Este acordo inclui 27 países, onde 24 já assinaram em março de 2018 e o Brasil é um deles. Agora só falta o Brasil ratificar, está nas mãos do presidente (que agonia). Se metade ratificar, o acordo já estará valendo.

Quais os pontos principais do acordo? No quesito de acesso à informação: o Estado tem que disponibilizar informações de maneira passiva e ativa, inclusive dados de poluentes que são emitidos  que podem afetar a saúde pública. Acesso à participação: garante a participação pública aberta e inclusiva no processo de tomada de decisão em projetos, atividades ambientais e em processos de concessão de licenças ambientais que tenham ou possam ter impactos no meio ambiente. Isso geralmente acontecia após a divulgação do EIA-RIMA (Estudo/Relatório de Impactos Ambientais), com o acordo, esta participação tem que acontecer até mesmo antes de realizar o estudo, para que a sociedade possa opinar para dizer o quê que ela quer ver no relatório. Acesso à justiça: reconhece o direito à justiça em temas ambientais, assegurando o princípio de não-discriminação e observando o devido processo legal eliminando as barreiras ao exercício dos direitos de acesso por pessoas em situações de vulnerabilidade. Uma das formas de combater estas barreiras é a oferta de assistência técnica e jurídica gratuita àqueles que necessitam, além de dispositivos de redução de custos dos processos judiciais. E a novidade do acordo: é o primeiro a criar obrigações aos Estados em relação aos Defensores Ambientais que trabalham para proteger o meio ambiente, incluindo a obrigação de proteger essas pessoas de ameaças e violência, além da obrigação de garantia de um ambiente adequado para execução do seu trabalho. Em visto que no Brasil é lider em morte de ativistas ambientais, segundo a ONG Global Witness (2018), este artigo (9) foi um grande avanço.

Minha reflexão: Sabemos que todos os problemas relacionados com o meio ambiente não são novos, são antigos e estão sendo discutidos desde 1972 e que avançaram mais a partir de 1992, no Rio. Mas vemos que, as soluções propostas também não são novas, visto que já em 1992 levantaram a necessidade de incluir a sociedade nestes assuntos e garantir sua participação. De novo aqui, só tem a CONSCIÊNCIA da gravidade da crise que estamos enfrentando, e que, é necessário o engajamento de TODOS, sem exceção. A Terra, a Biosfera, os recursos naturais são direitos de todos nós. Cuidar e preservar também é a obrigação de todos! A responsabilidade de garantir os serviços ecossistêmicos para as próximas gerações é muito grande para ficar aguardando pelas definições de acordos mundiais e de ações do governo federal. Temos que começar a participar, a se informar e agir em nível local, municipal, que é onde as coisas acontecem! Este acordo é um convite para que nós façamos nosso papel e as pessoas precisam saber disso!

Para saber na íntegra a versão final do acordo, clique aqui.

Atualização de cumprimento do Princípio 10: Observatório do Princípio 10.

Vamos compartilhar o tema!

Um beijo!

Seva: Retrospectiva de um ano da questão do lixo

Participação da Mutação Sustentável na Semana Lixo Zero de Curitiba!

Agroecologia Interna

Imagem destacada: Photo by Henry & Co. on Unsplash

No último dia 22 de novembro, ocorreu na Universidade Positivo da Santos Andrade uma aula especial, que foi como uma roda de conversa, durante a semana do lixo zero, pelo convite da professora Taís Canova, e que foi dirigida aos alunos do curso de gestão de resíduos. Nessa aula fomos convidados, eu (Rodrigo Fagundes) lincando minha startup Alocate e a ambientalista Sabrina Correia. Levei aos alunos a abordagem do desenvolvimento humano e sustentável, a qual me dedico, sobre a questão do lixo, apontando para o cenário nessa causa. E a Sabrina fez uma apresentação das tendências do meio ambiente e consciência ecológica. Ao começo da aula fomos apresentado à turma pela professora e falamos sobre o que havíamos planejado lhes apresentar. A Sabrina que tem uma empresa chamada Mutação Sustentável em referência ao livro Ponto de Mutação do escrito e físico…

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1º Workshop: Como Trazer a Sustentabilidade para o nosso dia-a-dia

Olá amigos (as) que estão lendo esta postagem, eu sei que se passaram 2 (dois), DOIS!!! meses sem uma postagem por aqui, mesmo estando ativa pelas redes do Instagram e Facebook. Mas, muitas “Mutações” acontecendo na minha vida (que falarei mais em uma próxima postagem) , em sua boa parte planejadas. E uma das que foram planejadas foi o Workshop Como trazer a Sustentabilidade para o nosso dia-a-dia, que realizei com a ajuda de parceiros, no dia 26 de outubro, em Lins, minha cidade natal.

Estou muito feliz com o resultado da minha primeira facilitação, curadoria (são tantas palavras novas) ou melhor, organizadora e ao mesmo tempo palestrante de um evento. Evento este que estava incluso na programação da Semana Lixo Zero, que aconteceu no Brasil todo entre os dias 18 e 27 de outubro.

Desde que eu despertei para uma consciência ecológica (ou falta dela), que foi quando entrei nas profundezas do meu ser, das crenças e de toda a trajetória da mente humana (minha) até chegar onde estamos (estou), sinto a necessidade de compartilhar e dialogar sobre este tema e o quanto ele está relacionado com a Sustentabilidade que queremos atingir.

Dentro da programação então, tivemos:

  • Uma meditação guiada chamada: O homem como uma galáxia em miniatura;
  • Palestra no estilo roda de conversa: Despertando a consciência ecológica; e em seguida:
  • Consumo Consciente;
  • Lanche colaborativo, onde todos participaram com a contribuição para termos um momento de distração e aproximação;
  • Apresentação do CSA (Comunidade que Sustenta a Agricultura) de Lins;
  • Palestra sobre a situação dos Resíduos Sólidos Urbanos de Lins, com a apresentação da minha amiga Engenheira Ambiental e Civil Danielle Ferreira;
  • Oficina de compostagem doméstica em baldes, no tipo da vermicompostagem;
  • Bazar da troca no final, onde algumas pessoas levaram e participaram, mesmo não sendo ainda uma prática comum da nossa cultura de hoje.

Tivemos uma participação muito rica de ex-colegas da turma de Engenharia Ambiental da Unilins, dos alunos que ainda vão se formar, professora de educação infantil e da sociedade como um todo.

E para finalizar antes de compartilhar as fotos, deixo duas frases sobre a Mudança que sonhamos, que gosto sempre de mentalizar, principalmente quando penso que minhas ações são pequenas… (PS. não sei quem são os autores originais)

“Ninguém faz nada sozinho, e mudar o mundo é uma delas!”

“Todo mundo pensa em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo primeiro”.

A mudança que queremos para o mundo, começa, primeiramente dentro de cada um de nós… por isso, que passo constantemente pela minha Mutação Sustentável.

Um beijo a todos!

 

Nossas rupturas: pessoal, social e ecológica.

Hoje vivemos em um mundo rápido, interligado, eficiente, conectado e desconectado. Nós nos desenvolvemos muito na direção tecnológica, nas relações com as máquinas e relacionamentos virtuais sem conexão real. Aos poucos fomos nos distanciando de nós mesmos, do outro e da natureza. E essa será a nossa reflexão aqui.

A primeira ruptura é aquela ruptura com nós mesmos. Passamos a olhar tanto para fora a ponto de não nos conhecermos mais. Fica difícil reconhecer nossos sentimentos,  expressá-los e lidar com eles. E assim fica quase impossível. 

Se nessa equação adicionarmos o senso de comparação que as redes sociais nos proporcionam, aí é que escondemos nossos sentimentos desafiadores debaixo do tapete. 

Afinal de contas não temos tempo pra isso, já que temos que focar nos filtros que usaremos nas fotos que vamos postar hoje às 19h horário em que as pessoas estão saindo do trabalho e acessam as redes sociais para que nosso post fique em evidência.

É claro que de início não nos damos conta de que isso nos faz mal. E quando vemos já estamos sobrecarregados com tantas cobranças internas e externas. 

Porém, quando a OMS (Organização Mundial da Saúde) divulga que o suicídio mata mais do que as guerras e a violência, ficamos chocados. Mas, vamos voltar um pouco. Há 10 anos, quantas pessoas você ouvia falar que tinham se suicidado? E hoje, quantos casos você já ouviu?

Não fazemos isso de propósito, mas coletivamente estamos fazendo. Por isso que, apesar de exigir muito esforço, energia e dedicação precisamos ficar em silêncio, conversar com nós mesmos, acolher os sentimentos desafiadores, lidar com eles e nos respeitarmos. Precisamos nos reconectar com o nosso EU

Quer uma dica? Busque autoconhecimento, práticas, livros, terapia, natureza ou qualquer outra coisa que te leve a esse resgate!

A segunda ruptura é a ruptura social, a desconexão com o outro. 

Vamos pensar juntos: se estamos com dificuldade na relação eu-comigo, imagine na relação eu-com o outro

Enquanto sociedade perdemos a ligação com o outro, segundo o Banco Mundial conseguimos diminuir a extrema pobreza ao redor do globo, mas os ricos nunca estiveram tão ricos. Se hoje você tem um curso superior saiba que você pertence a 8% da população brasileira. 

Isso é assustador! Eis mais um dado do IBGE (2017): 10% da população do Brasil possui 43% da renda do país, enquanto os 10% mais pobres possuem 0,7% da renda total (ZERO PONTO SETE).

Da mesma forma como em nossa quebra do eu-comigo, nós não estamos contribuindo com isso propositalmente, mas ainda assim o fazemos. Não acordamos de manhã, olhamos no espelho e dizemos: hoje vou tornar mais rico ainda os 10% mais ricos e trabalharei para que 92% da população brasileira continue sem ensino superior. 

Mas ao não parar e analisar o impacto das nossas ações, o fazemos inconscientemente.

E aqui cabe entender que fazemos parte do sistema, ainda que ele tenha mais 7,7 bilhões de participantes. Posso não ter a intenção de prejudicar ninguém, mas ao não pensar e agir sistematicamente, acabo prejudicando.

E essa minha última fala me leva à nossa terceira ruptura, que é a quebra ecológica, a desconexão do eu-natureza. Tratamos a natureza como uma fonte inesgotável de recursos e disso com certeza você já ouviu falar. Mas quer ver como ainda estamos desconectados? 

Quando você está cansado, estressado, o final de semana está chegando e você vê uma oportunidade de sair da cidade, o que você falaria? Provavelmente que precisa ir para a praia e ficar em contato com a natureza (ou algo do tipo)! 

De fato, essa fala ainda retrata uma desconexão com a natureza. Ela nos diz que a natureza está lá, longe da gente, em um lugar específico praia, campo, montanha mas nós também somos natureza. Nós somos organismos vivos igual a uma árvore, precisamos de água e luz do sol tal qual uma árvore. 

A natureza não é um recurso, aqui também fazemos parte desse sistema.

E acontece que assim como nas outras duas rupturas, não estamos fazendo por mal. Pelo menos eu imagino que você não saia por aí cortando as árvores que encontra pelo caminho e nem deixa o seu carro ligado o dia inteiro para poluir nosso ar ainda mais. 

Mas ao se deixar levar pelo consumismo, ao incorporar a frase: “não consigo viver sem esse produto”, e ao consumir sem se preocupar com o destino final do copinho descartável e até mesmo ao acreditar que o copinho de plástico é realmente descartável, nós estamos contribuindo com essa ruptura. Hoje consumimos os recursos naturais de 1,7 planetas Terra por ano.

Para acabar com essa quebra, além de entender que também fazemos parte desse sistema vivo, precisamos repensar nossa maneira de consumir. Antes de comprar o próximo produto, pare e se pergunte: será que eu não consigo viver sem isso? Já não tenho o suficiente disso?

Sei que é muita coisa para pensar. Eu fiquei paralisada quando o Otto Scharmer apresentou essas 3 rupturas na Teoria U. Para mim fez muito sentido e por isso decidi compartilhar com você.

Levamos anos para chegar até esse nível de ruptura, então não vamos nos cobrar pela reconexão de uma vez só. 

Mas eu gostaria de saber se fizer sentido pra você qual será o seu primeiro passo?

 

Obrigada.

Patrícia Cassaca.